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ONCOLOGIA

           Oncologia é a especialidade médica que estuda os tumores, que podem ser benignos ou malignos. A palavra Oncologia tem origem grega: oykos"= volume, tumor e é um ramo da patologia que estuda as neoplasias. Os tumores podem estar localizados ou invadir outros tecidos, podendo disseminar-se por todo o corpo. A Oncologia está voltada para a forma como o câncer se desenvolve no organismo e qual é o tratamento mais adequado para cada caso.

          A Oncologia é também chamada de Cancerologia no Brasil. A Oncologia, nos últimos anos, tornou-se uma disciplina complexa e interessante e conta com o auxílio de outras especialidades, como cirurgia, pediatria, patologia, radiologia, psiquiatria e outras. Portanto, na Oncologia atual é de suma importância o tratamento multidisciplinar, envolvendo médicos (oncologistas, cirurgiões, radilogistas, radioterapeutas, patologistas...), enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas e muitos outros profissionais, devido à enorme complexidade da doença e suas diferentes abordagens terapêuticas porque cada tipo de câncer tem seu tratamento específico: cirurgia, quimioterapia, hormonioterapia, fitoterapia, auto-hemoterapia, urinoterapia, homeopatia e outras inúmeras possibilidades .  Muitas vezes é necessária a combinação de vários tratamentos.

          O câncer sempre é multifatorial, ( 10% hereditário , 10% psicosomático, 30% disfunções metabólicas e 50% alimentar ( alimentos ácidos e gorduras poli-saturadas e hidrogenadas ) ) pode surgir em quaquer órgão ou tecido, sempre com a mesma característica, multiplicação indiscriminada: a célula neoplasica consome 15 vezes mais glicose que a célula normal  por isso essa imensa capacidade de duplicação. Um cientista alemão Premio Nobel de Medicina de 1931 Dr. Otto Warburg descreve em seu ensaio premiado como ocorre o processo, em resumo:

Por muitas razões, o oxigênio suficiente não pode chegar até as células normais: bactérias, vírus, fungos ou ácidos de gorduras hidrogenadas que a elas aderem. Qualquer que seja a causa, as células cancerígenas fermentam a glicose, ao invés de queimá-la. A célula normal se converte em anaeróbica (câncer), quando se ingere alimentos ácidos em excesso, quando o oxigênio suficiente não chega à célula ou quando a contagem das moléculas de ATP fica muito baixa. A célula quando por oxidação não tem a capacidade de transformar glicose/energia, reverte o programa nutritivo primitivo para sustentar-se, convertendo, pela fermentação, a glicose, em energia. O ácido láctico produzido pela fermentação modifica o contrapeso ácido/alcalino do pH da célula e destrói a habilidade do DNA e RNA para controlar a divisão celular. Assim, as células cancerosas começam a multiplicar-se indiscriminadamente. O ácido láctico causa simultaneamente a dor local intensa e destrói as enzimas da célula. Conseqüentemente, o câncer aparece como uma massa exterior de crescimento rápido, com um núcleo de células mortas.

Fator fundamental para que não haja remissão (volta do câncer) segundo o Dr. Robert  Yong, médico e nutrólogo norte-americano, é a mudança da dieta para a proporção de ingestão de 70% de alimentos alcalinos com 30% de alimentos ácidos mantendo assim o aumento progressivo do pH até a homeostasia de pH para pacientes com câncer que é de 7 para cima.

Quando o organismo está muito ácido este promove o deslocamento e proliferação de fungos, bactérias ou virus da nossa microbióta normal para outros sítios (lugares) que em situação de pH normal não ocorreria.

pH da saliva de pacientes com Câncer ente 4,5 e 5,7

pH da saliva normal entre 6,5 e 7,5

OBS: NA DÉCADA DE 50 E 60 OS MÉTODOS DE COMBATE AO CÂNCER NA EUROPA E EUA ERA DO PACIENTE SAIR DA ACIDOSE PARA ALCALOSE, 94% DOS PACIENTES SOBREVIVERAM AO TRATAMENTO

OBS: NAS DÉCADAS SUBSEQUENTES A QUIMIOTERAPIA E A RADIOTERAPIA INDISCRIMINADA LEVARAM A ÓBITO MAIS DE 65% DOS PACIENTES SUBMETIDOS

REFERÊMCIAS: NOBEL DE MEDICINA 1931 Dr. OTTO WARBURG (ALEMANHA), NOBEL DE MEDICINA 1937, Dr. STENZI GIORGYI (ALEMANHA), Drª. Johanna Budwig (ALEMANHA) 1952, MICHEL RISTOW (ALEMANHA) 1996, Dr. TULIO SIMONCINE (ITÁLIA) 2005,  Dr. ROBERT  O. YOUNG (EUA) 2008

Esse artigo tem propósitos apenas informativos. NÃO FORNECE ORIENTAÇÕES MÉDICAS. quanto o autor e divulgador não se responsabilizam por quaisquer conseqüências possíveis oriundas de qualquer tratamento, procedimento, exercício, modificação na dieta, ação ou aplicação de medicamento que resultem da leitura ou observância das informações aqui contidas. A publicação dessas informações não constitui a prática da medicina, e não substituiu o conselho do seu médico ou outro profissional de saúde. Antes de adotar qualquer tipo de tratamento, o leitor deve procurar atendimento médico ou outro profissional da saúde.

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